Exposição PERMANENTE

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Exposição Permanente

O Museu da 1ª Demarcação dá a conhecer através da sua exposição permanente, uma pequena parte, porém muito representativa do acervo pertencente à Real Companhia Velha.
Aqui é apresentada a história desta Companhia e a sua relação indissociável com a história do vinho do Porto, produto que elevou enquanto símbolo desta região. A exposição permanente está dividida em sete núcleos distintos, que se interligam entre si, para evidenciar a importância desta Ex-majestática Companhia.

Esta exposição permanente pretende ser um meio de divulgação de conhecimento, e de diálogo sobre temáticas fundamentais da nossa história: a criação da Real Companhia Velha; o vinho do Porto; a sua importância para esta região, nomeadamente através de todo o trabalho desenvolvido pela Companhia, com especial destaque para a demarcação da região do Douro. Todo este conhecimento alicerçado na história nacional e local é transmitido através dos inúmeros objetos expostos, mas também de um conjunto de dispositivos multimédia e interativos que apelam à imersão dos visitantes nas temáticas abordadas.

Origens da Real Companhia Velha Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro.

O primeiro núcleo expositivo demonstra como a conjuntura política e económica de Portugal em meados do século XVIII, originou a implementação desta Companhia em 1756. Instituição que foi originalmente apelidada de Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, e que tinha como finalidade a regulamentação da produção e comércio do vinho nesse território específico.

O espólio aqui presente é composto por um conjunto de peças que caracterizam as ferramentas e alfaias agrícolas da região do Douro. Os pontos chaves dos diversos processos que ao moldarem a paisagem através da construção de belos socalcos, permitiram a produção vinícola levada a cabo nessa região.

 

Personalidades

A segunda área da exposição permanente é dedicada às personalidades que marcaram o percurso da Real Companhia Velha. Neste sentido, encontram-se aqui em destaque o retrato do Marquês de Pombal e o retrato de D. José I. Personalidades que marcaram a história nacional e que estão na origem da fundação desta instituição. Neste núcleo, o visitante pode ainda conhecer todos os provedores e presidentes que dirigiram esta Companhia Pombalina ao longo dos séculos.

A Companhia Majestática

No terceiro núcleo expositivo é apresentada a Real Companhia Velha enquanto instituição privilegiada e  majestática, com as suas prerrogativas e privilégios. Este período corresponde à fase que decorreu desde a sua instituição, em 1756 e o ano de 1834. Para apoiar esta narrativa, que caracteriza a Companhia enquanto instituição majestática, a sua atuação e os seus objetivos, expõem-se diversas peças e documentos que marcaram essa época. Como é o caso do Alvará Régio, a primeira ação da Companhia, ou ainda os exemplares dos Tombos da Demarcação por ela produzidos.

Transformação do território

O discurso expositivo evidencia agora os projetos de âmbito territorial levados a cabo pela Companhia. Dando o devido destaque às obras executadas no rio Douro (nomeadamente a demolição do Cachão da Valeira), que permitiram a sua navegabilidade, e assim facilitaram o transporte do vinho do Douro para a cidade do Porto, e daí para o resto do Mundo.

No espólio exposto destaca-se o marco de feitoria, utilizado na demarcação da região vinícola do Alto Douro, e o elaborado mapa original das terras aptas a produzirem os vinhos para embarque e para ramo, assinado pelo punho de Sebastião José de Carvalho e Melo. Neste núcleo, o filme sobre a vida dos tripulantes de um barco rabelo, expõe todas as vicissitudes desse percurso. Esta área conta ainda com uma plataforma interativa que dá a conhecer a região demarcada do Douro, nas suas diversas vertentes.

A Obra, O Ensino

Uma outra faceta do trabalho desenvolvido pela Real Companhia Velha, normalmente desconhecida do público é revelada na quinta área expositiva. Aqui abordamos o papel vital da Companhia ao alicerçar as origens do ensino superior técnico no Porto. Isto através da fundação da Aula de Náutica e posteriormente da Aula de Debuxo e Desenho, antecessoras da Academia Real de Marinha e Comércio, que deu mais tarde origem à Academia Politécnica, e posteriormente à Universidade do Porto.

No âmbito contabilístico a Companhia destacou-se pela utilização de inovadores métodos contabilísticos, mais concretamente o método de escrituração por partidas dobradas, utilizado para apurar os créditos e os débitos. Nas vitrinas, a reconstituição de um escritório da Real Companhia Velha compartilha o espaço com um conjunto de livros de contas, que integram parte da história contabilística da empresa.

Abrangendo o Mundo, a presença da Companhia no Mundo

O penúltimo núcleo expositivo evidencia a amplitude da presença comercial da Real Companhia Velha pelo Mundo, desde a sua remota origem. O destaque recai sobre o mapa mundo, onde através de um conjunto de gavetas, este suporte interativo permite conhecer a história das relações internacionais que desde cedo marcaram a atividade da Companhia, nos quatro cantos do mundo. Se de um lado, encontramos um vasto conjunto de stencils que exibem vários destinos do vinho produzido pela Companhia, do lado oposto, a história da Real Companhia Velha é apresentada e contextualizada em conjunto com a história nacional e internacional. Para isso encontra-se patente um friso cronológico, no qual se destacam as principais datas e eventos que marcaram a sua história.

Identidade

A exposição permanente termina com uma área dedicada à imagem corporativa e identitária da Real Companhia Velha. A identidade gráfica da empresa é evidenciada pela interpretação e descrição detalhada de todas as componentes do seu logótipo.

Os diversos objetos expostos realçam a evolução dessa mesma identidade ao longo do seu percurso histórico. A última vitrina comporta um conjunto de garrafas históricas produzidas pela Companhia e que marcam a sua identidade comercial e a sua história através dos séculos. O vídeo institucional da Real Companhia Velha, em conjunto com uma seleção de fotografias das quintas do Douro vinhateiro, enfatiza a produção vinícola que marcou e moldou essa região, dando a conhecer a realidade da empresa nos dias de hoje.

Núcleo 1
Origens da Real Companhia Velha

O núcleo expositivo apresenta o contexto político e económico que levou à criação, em 1756, da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, responsável por regulamentar a produção e o comércio de vinho na região, marcando um momento decisivo na sua história.
O espólio exposto reúne ferramentas e alfaias agrícolas que ilustram os processos de trabalho no Douro e a construção dos socalcos, símbolos da paisagem vinícola que consolidaram a identidade e o prestígio da região.

Núcleo 2
Personalidades

A segunda área da exposição permanente é dedicada às personalidades que marcaram o percurso da Real Companhia Velha. Neste sentido, encontram-se aqui em destaque o retrato do Marquês de Pombal e o retrato de D. José I.
Personalidades que marcaram a história nacional e que estão na origem da fundação desta instituição.
Neste núcleo, o visitante pode ainda conhecer todos os provedores e presidentes que dirigiram esta Companhia Pombalina ao longo dos séculos.

Núcleo 3
A Companhia Majestática

No terceiro núcleo expositivo é apresentada a Real Companhia Velha enquanto instituição privilegiada e majestática, com as suas prerrogativas e privilégios. Este período corresponde à fase que decorreu desde a sua instituição, em 1756 e o ano de 1834.
Para apoiar esta narrativa, que caracteriza a Companhia enquanto instituição majestática, a sua atuação e os seus objetivos, expõem-se diversas peças e documentos que marcaram essa época. Como é o caso do Alvará Régio, a primeira ação da Companhia, ou ainda os exemplares dos Tombos da Demarcação por ela produzidos.

Núcleo 4
Transformação do território

Este núcleo evidencia os projetos territoriais da Companhia, com destaque para as obras no rio Douro, como a demolição do Cachão da Valeira, que permitiram a navegabilidade e facilitaram o transporte do vinho até ao Porto e ao mundo.
Entre o espólio destacam-se o marco de feitoria e o mapa original da região vinícola assinado por Sebastião José de Carvalho e Melo. O espaço inclui ainda um filme sobre os tripulantes do barco rabelo e uma plataforma interativa dedicada ao Douro demarcado.

Núcleo 5
A Obra, O Ensino

A quinta área expositiva revela o papel da Companhia na origem do ensino superior técnico no Porto, através da criação da Aula de Náutica e da Aula de Debuxo e Desenho, precursoras da Academia Politécnica e, mais tarde, da Universidade do Porto.
Destaca-se ainda a adoção pioneira do método contabilístico de partidas dobradas. Nas vitrinas, a reconstituição de um escritório partilha espaço com livros de contas que testemunham esta vertente da história da Companhia.

Núcleo 6
Abrangendo o Mundo

O penúltimo núcleo expositivo destaca a dimensão internacional da Real Companhia Velha, evidenciada num mapa mundi interativo que revela as relações comerciais estabelecidas ao longo da sua história.
De um lado, stencils mostram os destinos do vinho da Companhia; do outro, um friso cronológico contextualiza os principais marcos da sua trajetória em paralelo com a história nacional e internacional.

Núcleo 7
Identidade

A exposição encerra com uma área dedicada à identidade corporativa da Real Companhia Velha, destacando a interpretação do logótipo e a evolução da sua imagem ao longo do tempo.
Entre os objetos expostos figuram garrafas históricas, fotografias das quintas do Douro e o vídeo institucional, que evidenciam a herança vinícola e a atualidade da empresa.

Núcleos Expositivos

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